
Murphy definitivamente, é o cara. Cada vez mais. O ser mais onipresente que já existiu.
Começa o ano e em conversa com o editor fica acertado que o jornal vai mandar repórter para cobrir os jogos da Libertadores, seja eles onde forem a partir da segunda fase. Beleza, já que são poucas as chances de que Inter e Grêmio não passassem da primeira fase. Ok, o Inter foi lá e fez a façanha de ser eliminado antes. Então, com a perspectiva cada vez maior de classificação do Grêmio o setorista pouco viajado junta toda a papelada necessária, marcha os R$ 90 queprecisa e encaminha o passaporte. O Éverton faz o gol, classifica o time e tudo aponta para um confronto contra algum mexicano, talvez um chileno. Certinho, para quem nunca saiu do país, já é alguma coisa.
Aí chego ontem na redação e faço uns cálculos. Dependendo dos resultados, o Grêmio poderia pegar o São Paulo. Mas era algo muito improvável, já que além do time do Muricy ter que empatar em casa com o pouco conhecido Audax, os eliminados River e LDU precisam ganhar seus jogos em casa. O Necaxa bater o Alianza, que também era preciso, era algo esperado. Resumindo, para o Grêmio pegar o São Paulo precisava acontecer quatro resultados, todos exatos.
Deram todos e o passaporte agora só vai ter um carimbo se o Mano bater o Muricy. Ao invés do México, vamos da irritante São Paulo mesmo.
Murphy vive!
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Em tempo. Para mim, Grêmio e São Paulo é jogo parelho e sem favorito. No Gauchão dá Grêmio fácil.