Beyoncé + biquíni – photoshop = minha nossa!

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Como eu sou uma pessoa justa, com vocês mais uma vez, Sharon Stone. Agora honrando o passado recente.
Beyoncé + biquíni – photoshop = minha nossa!

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Como eu sou uma pessoa justa, com vocês mais uma vez, Sharon Stone. Agora honrando o passado recente.
Vai ter que ser por partes senão vai ser um surubão. Sem lógica ou ordem porque é mais legal.
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Chapter IV – A caixa de bombons
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Vamo lá?
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Verdade: o tamanho da Bombonera é realmente impressionante. A estrutura do estádio é realmente impressionante. Isso que eu não consegui ir no museu deles. A sala de imprensa do Boca Juniors deve ter lugar para umas150, 200 pessoas. Só pra dar uma idéia, se juntar as do Olímpico e Beira-Rio acredito que passa pouco de 50.
Mentira: eles não gritam o tempo todo como se gabam. No fundo, é uma torcida como todas as outras, quando o time está melhor berram mais e quando está meio mais ou menos, se escuta uma chiadeira nas arquibancadas. Têm uns loucos que berram o tempo todo atrás do gol. Mas isso Inter e Grêmio também têm. Na real, quase todos os times têm.
Verdade: eles berram mais alto, como tu pode ver no videozinho abaixo que fiz da entrada do Boca em campo. O céu parecia de Ano-Novo. Repara na música que eles cantam bem no finalzinho. Não acha que tu já ouviu ela em outra versão por aqui?
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O credenciamento para trabalhar na Bombonera na final foi tão organizado que eu chegava a ficar desconfiado, esperando a hora que desse alguma merda. Mas quanto a isso, felizmente não deu nada. Mandei um fax com os nomes no domingo, confirmei com a assessora deles na terça-feira (na segunda não deu tempo de nada) e ainda fui lá na noite de terça por via das dúvidas. Nem precisava. Já estava tudo pronto e quase perfeito, não fosse um i a menos no sobrenome.

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Chegamos no estádio quase 19h. O jogo era 21h45min. Era pra gente ter chegado antes, mas tenho a impressão que os taxistas de Buenos Aires não curtem muito parar no horário de pico do final da tarde. Foi quase meia hora tentando pegar um, e isso que numa avenida que passava carro pra caramba. Depois, uma tranqueirinha, umas duas ruas na contramão e a gente tava lá.
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Eu devia ter aprendido com o jogo em Montevidéu. Jogos à noite onde tu não sabe em que lugar vai ficar sempre pedem algo mais que só calça da cintura para baixo. E cueca, claro. Ou uma meia de futebol ou uma outra calça por baixo. Senão é foda. Foi foda. O lugar onde eu fiquei no primeiro tempo era uma tribuna no segundo dos três anéis da Bombonera. Alto. Bem alto. Pra completar, ficava como que de frente para um vão que tem entre as arquibancadas e o prédio onde ficam aquelas outras cabines e camarotes, como a do Maradona. Desse vão vinha um vento FDP pra deixar o frio ainda mais frio. Então já sabe. Meia de futebol ou calça de abrigo por baixo. Não esquece, vai por mim. Nem preciso dizer que com o frio que tava aquela Coca-Cola da foto ali não passou da metade…

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Voltando. Duas horas antes, fui pro meu lugar marcado – sim, era lugar marcado. Não tinha ninguém lá, já tinha testado a internet na sala de imprensa, ok, fiquei no meu lugar na tribuna. Liguei o laptop, tava tudo certo, era só esperar. Como o rádio tava com a pilha meia boca e eu tinha esquecido de comprar nova, deixei pra ligar só na hora do jogo. Resumindo, não tinha nada pra fazer a não ser esperar e passar frio. Só que cansei da parte do passar frio e resolvi voltar pra sala de imprensa até um pouco antes do jogo, já que era lugar marcado mesmo. Voltei, comprei um pão com salsichão e uma Coca e fiquei lá um tempo. Aí voltei pro meu lugar marcado. Que agora era ocupado por uns quatro caras que deviam ser do Boca ou sei lá o que. Mostrei a credencial e o cara nem aí. Disse que precisava sentar ali para escrever e ele nem aí. Com cara e tamanho de poucos amigos, disse que eu podia sentar em outro lugar qualquer. Sentei na mesma bancada, do outro lado. Beleza, até que obviamente, quando o Boca já tava em campo, chegaram os donos do lugar que eu peguei. Olhei pro cara e ele deu de ombros, do tipo “cada um com seus problemas” como se o meu no caso não fosse ele. Ele não saiu do meu, mas mandou um dos caras que tava do lado dele sair. Aí foi um pro lado e eu consegui ver o primeiro tempo ali.
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Dei sorte de ligar a máquina bem na hora do gol. Ó a visão de onde eu tava na hora.
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Vi o segundo e terceiro gols pela TV, mesmo estando na Bombonera. Mesmo com 150 ou 200 lugares na sala de imprensa, fiquei com medo de que ao final do jogo ela lotasse (como de fato lotou) e eu não conseguisse mandar o texto. Então desci pra lá no intervalo e fiz de lá, o que pensando depois foi a decisão mais sensata mesmo, mesmo com aquilo tremendo uma barbaridade por causa da torcida pulando. Não fosse pelo Patrício e tudo seria perfeito. Pena que quando mandei o mail com a matéria, o cara fez o gol contra e eu tive que refazer uma parte ligeiro. Mas deu certo igual. Para mim, claro, não para o Patrício.
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A saída da Bombonera é meio complicadinha. O bairro é, digamos, meio boca braba, cheio de ruazinhas escuras e um monte de pensões uma do lado da outra. Polícia? Hahahaha. E nós (inclui-se pessoal da ZH e do DG) lá pensando em como sair dali com os equipamentos e tal, já que táxi não tinha ali perto. Por sorte, na hora que fomos um pouco mais pra frente, estavam saindo os policiais. Grudamos neles e caminhamos umas seis quadras, até uma avenida que ao menos tinha mais movimento e luz. Aí foi só mais uns 10 minutos de táxi passando sem parar até que um parou. Acabava o trabalho no jogo.
Sem wireless no quarto fica complicado postar aqui. Então, como das outras viagens, vai ficar tudo para um pacotão final. Ou dois. Ou três.
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Nos pacotões, teremos transponder, picanha, vacas, ratos, americanas, pesos, sujeira, elevadores velhos, conexões ruins, olhos vermelhos e o que mais vier.
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See ya.
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E feliz Dia dos Namorados pra minha, a dos braços.
Antes, um sonzinho para acordar.
É, The Cribs, “Man´s Needs”, clipe bem apropriado ao título. E bacana que no mesmo cd também tem “Woman´s Needs”. Bem que podia ser sem as tarjas.
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Ok, descansado e acordado, agora here we go. Afu.
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O que na viagem para Montevidéu rolou de bacana, de em meio às pautas conhecer a cidade, no caso de Itu-Campinas-Santos não passou nem perto. Até porque Itu-Campinas-Santos não é Montevidéu. Então, fora Santos, funcionou basicamente assim: aeroporto, hotel, treino, hotel. Com o bônus de uma insistente dor de cabeça por causa do diabo da vacina contra a febre amarela que precisava fazer caso fosse rolar Grêmio e Cúcuta. Se eu soubesse…
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O Spa Sports, onde o Grêmio ficou concentrado, era quase uma fortaleza, com direito à torre de observação e tudo mais. Tudo isso pra esconder que o Tuta tava fora? Uh! Na hora das entrevistas, era um batalhão em cima de cada jogador. Engraçado que lá para cima eles têm certeza de que o Mano tem a imagem de um cara super humilde. Pra tu ver como era boa a sacada daquela campanha da Sprite…
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180km de carro e chegamos a Santos na quarta-feira. Só o tempo de dar uma quase cochilada e fomos pro jogo. O lugar onde o pessoal de jornal e internet fica na Vila Belmiro é um horror. A cadeira deve ter sido limpa pela última vez quando o Pelé ainda era uma promessa. A visão é ridícula. Dá uma olhada na foto aí embaixo. Na frente tem torcida, menos mal que mesmo caindo fora, não encheram o saco da gente. O lado esquerdo do campo, onde o Santos fez o primeiro gol eu via de tempos em tempo. Isso porque tinha torcida na frente. De pé. Volta na foto ali. Viu que têm umas cadeiras, né? Pois é, na hora do jogo, tinha gente de pé em tudo aquilo. Por aí tu imagina… O wireless rolou na boa em todos os testes, sumiu em todo o primeiro tempo, mas graças a Deus, voltou na boa no segundo tempo e tudo deu certo.

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A chegada ao vestiário do Grêmio era uma epopéia. Dava até vontade de sair correndo gritando “Spartans!!”, mas como eu não sou fã de um figurino com capa e sunga, só caminhei mesmo. Só que o caminho era assim: tinha que descer junto com os torcedores nas arquibancadas, levando o laptop de uns 5kg junto. Aí fomos eu, o Gabriel, da ZH, e a Joana, da Globo Esporte de lá. Depois de descer se equilibrando nos banquinhos, o próximo passo era uma escada acima. Depois, quatro lances de escada abaixo, junto com a torcida claro. Achou ruim? Depois é que vinha a cereja estragada do bolo. Um corredor de uns 50 metros, onde passavam uns 4 no máximo por vez. E que naquela hora tinha uns 5 mil santistas saindo brabos. E nós 3 indo. E ouvindo “Gaúcho veado” o tempo todo. Certa tava mesmo a Joana em dizer que odeia trabalhar na Vila. É um estádio que está bem, mas bem abaixo do que é o Santos.
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O jogo? Se tivesse mais 5 minutos, o Grêmio tomava o quarto. Mas aqui, se tivesse mais 5 minutos no primeiro tempo, o Grêmio fazia o terceiro, então é elas por elas. Só acho sim que o time se escapou de uma noite bem ruim do Mano. Tirar um centroavante e botar um volante era o mesmo que apertar o cinto de seguranças e esperar a batida. Não foi à toa que a corneta rolou bonito no vestiário, mesmo com a classificação.
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Eu tinha escrito que o Grêmio ia passar pelo Santos e que a bronca ia ser com o Boca. Sigo dizendo. Pode até dar Grêmio, mas para mim a lógica é dar Boca.
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O pior da viagem: presenciar dois FPD atropelarem um cara numa cadeira de rodas em Santos e em seguida fugirem.
O melhor: o suco de abacaxi com hortelã no aeroporto. Melhor ainda que me disseram que tem aqui.
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Se me lembrar de mais alguma coisa de lá, eu volto. Igual eu volto para falar da esquizofrenia que vai ser a torcida no Olímpico.
São 16h. Portanto, das últimas 31 horas, fiquei acordado 29. Logo, o post sobre o pré-durante-e-pós jogo de Grêmio e Santos fica pra depois. Muito provavelmente para amanhã. Mas sai, prometo.
Hello, this is The Zodiac…
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Sobe a trilha do plantão da Globo, please.
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Ok, talvez só eu tenha achado sensacional o achado, mas… vê aí… Até voltei antes aqui só pra postar…
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Domingo fui ver Zodíaco, do sensacional David Fincher, que divide com o xará Lynch o posto de melhor diretor da atualidade. Como sempre, um filme acima, mas bem acima da média. Quase três horas e tu nem lembra que o tempo tá passando. História real de um serial killer do final dos anos 60 que segue até hoje sendo um mistério. Ou não.
Nem vou falar muito mais do filme porque se começar a elogiar, a coisa vai longe. O fato é que lá pelas tantas tem uma seqüência em que o suposto assassino é entrevistado ao vivo em um programa de tv. Por telefone, ok, mas ao vivo. Um assassino!?! Estranhei, pensei que talvez fosse a tal “liberdade poética”. Mas resolvi dar uma procurada no YouTube. Aí…
Assim, só pra não dizer que eu não vim aqui. Nada de interessante nessa passagem por Itu. Fora ter passado na chegada por um luhgar chamado Ituzão, não me lembro de nada que seja minimamente interessante. Ok, talvez tudo isso é porque não me acostumei direito com o wireless desse notebook do jornal e então eu prefiro deixar pra escrever mais quando eu voltar, na quinta-feira.
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Dá pra adiantar só que se o Mano quer fazer mistério sobre o time, precisa avisar os jogadores a não cair em todo e qualquer tipo de verde que se jogue.
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Sabia que aqui tem um xis que custa R$ 22? Não, não pedi esse, pedi um de R$ 9 mesmo e achei caro. Aí no Cavanhas é mais barato.
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Nada de treino hoje de manhã, o Grêmio num hotel fechado e escondido bem longe daqui, então não tinha razão nenhuma para acordar cedo – nem ouse dizer o café. Fazia tempo que não emendava 11 horas de sono. Sabe-se lá quando vai ser a próxima chance.
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Lamentável o discurso desse radialista – eu não dou o nome pra não dar cartaz – que diz, tendo como gancho Grêmio e Santos, que o Rio Grande do Sul tem que se separar e fazer o país das bichonas. Primeiro que é um puta preconceito, segundo que é uma idiotice e terceiro que é o tipo de gente irresponsável que cria um clima perigoso para um jogo que já se anuncia tenso. Óbvio que ele vai estar na cabine dele bem seguro, aí fica fácil.
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Meu palpite para o jogo é empate: 1 a 1, 2 a 2. O Grêmio faz gol. Só vejo uma eliminação se tomar 4. Mas aí também né…
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Numa dessas, amanhã tem mais…

Homenagem, homenagem. Tome homenagem. Dez anos depois dos Beatles terem lançado o Sgt. Peppers, George Lucas lançou Star Wars e mudou a história do cinema. Várias revistas lembraram os 30 anos do clássico que nos deu Luke, Han Solo, Chewbacca, R2-D2, C-3PO e Darth Vader, caso da versão brasileira da Rolling Stone, que colocou o robô preto na capa.
Mas nenhuma publicação se puxou mais do que a Empire. A revista lançou nada menos do que 30 capas diferentes da edição comemorativa. E eu não tenho dúvida nenhuma de que teve montes de nerds que compraram todas. Tem capa para todos os gostos, como tu pode ver clicando aqui e vendo as 30.

Não que toda a primeira temporada não sirva como motivação suficiente, mas tá procurando mais um motivo para esperar roendo as unhas a volta de Heroes? Ok, o motivo tem nome e sobrenome: Dania Ramirez.
A moça, que já foi vista antes no seriado Os Sopranos e no mais recente X-Men e foi confirmada como uma das novidades quando Claire, Hiro, Peter e o resto da trupe retornarem. Não há informação ainda de qual seria o poder da morenaça. Além dela, devem aparecer outras caras novas: um namorado para Claire, uma mãe de 28 anos e um gângster irlandês.
A série, que atualmente divide com Lost o posto de segunda melhor coisa feita na TV volta só em outubro.
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A melhor? Simpsons, claro.

De todas as homenagens que pipocam nestes dias por conta dos 40 anos do lançamento do Sgt. Peppers, dos Beatles, a mais bacana é, disparado, a que vai ser feita no sábado, dia 2 (e segue dia 16) pela Radio 2 da BBC. Os caras chamaram várias bandas boas para fazerem as suas versões das músicas. O time inclui Oasis, The Killers, Kaise Chiefs, Travis, The Magic Numbers, The Fratellis, Razorlight e por aí vai.
Outro lance legal da homenagem é que o engenheiro de som Geoff Emerick, que gravou o original, é o cara que participou de todas as regravações. O equipamento que o time dos novos teve à disposição é o mesmo que os Fab Four tiveram lá em 1967.