Me perdi de novo, né? É que começou o Pan na sexta e o tempo às vezes não dá tempo de nada. Mas vamos lá, voltemos por dias. A começar por sexta.
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Handebol feminino de manhã. Primeiro jogo com público mesmo, já que na véspera não teve quase ninguém no Engenhão pra ver a estréia das gurias no futebol. Brasil jogando muito bem, uruguaias não jogando nada, o jogo acabou perdendo a graça com uns 10 minutos…
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Era hora da grande festa. E além da credencial, precisava de um ingresso. Mas ele já tava garantido…

A gente procurou chegar bem cedo para resolver qualquer eventual problema. Mas acabou que não teve problema. Quer dizer, os guris da rádio penaram para conseguir uma linha, e isso que já estava tudo pago antes. Mas depois de muito tempo, ficou tudo resolvido. Como a cabine deles tinha um lugar sobrando, acabei ficando por lá, ate porque a localização era sensacional. Deu pra ver tudo vazio antes de começar e o público chegando aos poucos. Mais ou menos assim…


Ou assim…


Uma festa no Rio de Janeiro e os caras botam uns DJs e tocar rapper de paulista? Pô…
Mas ok. Quando a coisa começou mesmo, deu para perceber como seria grandiosa a cerimônia de abertura. E linda. Fora os fogos, não teve nenhuma grande pirotecnia, o que só aumenta os méritos de quem planejou tudo aquilo ali. Eu fiquei de queixo caído com a iluminação da cerimônia toda. Impressionante como eles faziam o estádio inteiro passar do azul pro amarelo, do amarelo pro vermelho, tudo isso em questão de segundos. Achei fantástico mesmo.

Ah, eu não vaiei o Lula. Nem a Argentina. Nem os Estados Unidos. Nem a Venezuela. Minha recompensa foi ver na saída a quase Miss Mundo. Um pouco antes passei pelo Galvão. Até pensei em pedir pra tirar foto pra só de galinhagem colocar no orkut. Mas pipoquei e fiquei só vendo o pós-festa mesmo.

E demorou paca pra voltar. A festa acabou o que? Umas 20h30? Buenas, a gente chegou no hotel 1h30.
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Mesmo chegando tarde, a gente tava meio na pilha de sair, ainda que acabadaços. Ainda mais que no caminho a gente viu uma galera na beira da praia a umas duas quadras do hotel. Então chegamos, comemos alguma coisa e fomos ali. Foi o tempo de perceber que o mais velho devia ter uns 14 anos e que todos escutavam uma apresentação de um genérico de Felipe Dylon.
A melhor alternativa era mesmo o sono.
Julho 17, 2007 às 2:45 pm |
tá lindo na foto