Previously…
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“The pan american champions”… “Os campeões pan-americanos”… Tchururururu…
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Não agüentava mais essa musiquinha. Nem a musiquinha, nem o fiasco que era o Bob´s. Alguém tem que ensinar pra eles a diferença de cachorro-quente para pão com salsicha. E avisar que só é pra vender isso se tiver…
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Tá, seguindo…
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Futebol
O masculino eu tinha ido no primeiro. E eu disse que era só firula, lembra? Pois é, conseguiram a façanha de não ir nem pra final. É preciso muito esforço. Parabéns, meninos.
O feminino além de legal, é bem mais divertido. Tudo bem que elas jogaram contra o time sub-17 dos EUA. Mas deram um chocolate e isso é tri. Inter e Grêmio podiam investir na lateral Rosana. Ela faz uma coisa que nenhum dos jogadores da dupla consegue: ela – imagina – acerta um cruzamento!!!! Sem falar na Marta, que joga em qualquer um dois dois com um pé nas costas.
Taí o segundo gol dela de pênalti, lá de cima das tribunas de imprensa. O quarto do Brasil.
Depois rolou a homenagem para ela, colocando os pés na Calçada da Fama do Maracanã. Cheguei um pouco antes para pegar um lugar bom. Até peguei, o lugar e um frio danadinho. Ali, na espera fiquei vendo os outros pés: Didi, Zico, Sócrates, Falcão, Beckenbauer e assim vai… Mas o que interessa mesmo é que está assim lá, nessa ordem: Pelé, Romário e Garrincha. Veja bem, nessa ordem.

Nunca tinha ido ao Maracanã antes do Pan. Achei bacana os dois murais que têm na entrada, que misturam vários jogadores em uma jogada só. Dá uma olhada:


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Futsal
Então quer dizer que no próximo Pan não vai ter futsal mas vai seguir tendo pingue-pongue, peteca e taco? Que coisa, hein…
Fiz dois jogos nesse Pan, entre eles a final, na qual eu estava capotando lindamente de sono. Daquelas de quase digitar as coisas errado. O time de futsal do Brasil é quase uma versão dos Globetrotters. O que queria ser a Seleção na Copa de 2006 e que não foi. Na decisão, chegou a se pensar que poderia ter um pouquinho de dificuldade, contra a Argentina. Aí com 20 segundos, o Falcão deu um chapéu no goleiro e completou de cabeça…

Na entrega das medalhas, a torcida cantou tanto o nome do goleiro argentino que ele não se segurou, riu e acenou. Saiu como ídolo…hehehe
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Ginástica
Taí. Acho que de tudo, foi o que mais curti cobrir. Já tinha escrito alguma coisa nos post anteriores. A partir dali, vieram os ouros. De longe, o mais emocionante foi o do Mosiah Rodrigues. Nunca houve uma secação como aquela. Precisava que seis caras errassem. E seis caras erraram. Quando o último americano se estabanou, era como se tivesse sido feito um gol em final de Copa do Mundo. Fora que aquele ginásio – principalmente a área de imprensa – estava uma loucura porque as finais estavam rolando bem na hora em que chegou a notícia do acidente da TAM. Levando em conta que no começo, tinha o papo de que o Grêmio podia estar no vôo, e aí tu imagina o que foi aquilo…

Buenas, tem alguém no Brasil que não torceu pela Jade Barbosa? Não, né…
E tem alguém que tentou aparecer mais do que o Diego Hypólito na entrevista coletiva, quando viu que as atenções estavam mais voltadas para o Mosiah? Não, né…
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Handebol
Se não me engano, cobri um jogo do masculino e um do feminino. Não fiz as finais porque devia ter algo mais importante na hora, acho que a natação ou o judô, sei lá. Handebol é aquele esporte que todo mundo acha bacaninha, que até jogaria, querido, gente boa, e que duas semanas depois do Pan ninguém lembra mais. Engraçado foi ver que os caras viraram meio que musos da torcida. E mais engraçado ainda era ver que por torcida, não leia-se apenas gurias, já que tinha alguns rapazes bem empolgadinhos com gritinhos histéricos pedindo autógrafos…
Setembro 28, 2007 às 3:18 pm |
[...] vou vir com esse papo de “Eu já sabia” porque o mundo inteiro sabia. Mas ainda tem gente que tenta dar uma contextualizada dizendo que [...]