Archive for junho \28\UTC 2007

Acelerem

junho 28, 2007

É recomendável que os produtores de Heroes acelerem a volta do seriado. Ou correm o risco de ter que inventar um final abreviado para a indestrutível Claire como se percebe pelas últimas atividades da atriz Hayden Pannatiere.

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Ah se o Sylar soubesse…

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Alquimista Jones Potter

junho 27, 2007

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Daqui a pouco, pipoca em tudo quanto é site. O Hollywood Reporter publica hoje que o ator Laurence Fishburne comprou os direitos e vai dirigir a adaptação para o cinema de O Alquimista, do escritor, mago, arqueiro, ator e eventos Paulo Coelho. Citam que o livro já vendeu mais 40 milhões de cópias em 150 países, foi traduzido para 56 idiomas contando a história de um pastor que viaja atrás de seus sonhos (que bonito!) e coisa do gênero. Até aí, ok, mais do mesmo. O interessante é o que eles estão pensando para o filme. Sente aí. Sentou? Ok, lá vai. Segundo o Hollywood Reporter, a idéia é fazer nas telas a partir do livro uma mistura de… Harry Potter com Indiana Jones!!!

Sem mais perguntas, meritíssimo.

Rehab

junho 27, 2007

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Gente doida. Autora de músicas cool como Rehab e You Know I´m no Good (tem até versão do Arctic Monkeys), Amy Winehouse voltou a ser manchete essa semana lá fora porque revelou numa entrevista para a Spin que talhou na barriga com um pedaço de vidro o nome do marido: Blake Fielder-Civil. Depois veio com aquele papo de que isso é o de menos, que o que importa é a música dela, talicoisa…

Ela podia ao menos ter casado com um Rob, Jay ou Al, né? Doía menos…

17…

junho 26, 2007

Daqui até outubro, vai rolar uma contagem regressiva semanal até o show do Arctic Monkeys no Brasil.

Começamos no 17…

Enquanto isso, Dancing Shoes.

Ay caramba!!!

Chocolate baratinho

junho 25, 2007

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Onde estava o Riquelme?

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Ficou barato, né? Se fosse 3 ou 4 a 0 não seria exagero nenhum. Tivesse em campo jogadores um pouco mais experientes e o Grêmio teria aplicado uma goleada com facilidade no Inter. A derrota dos azuis na Libertadores encheu de entusiamo os vermelhos, mas parece que cegou o pessoal. Achar que um time com Pinga como expoente era favorito é exagero, no mínimo. Em campo, ele não viu a cor da bola. O bom Iarley errou dois gols feitos e o Alex foi das coisas mais inoperantes que um Gre-Nal já viu. O Mano fez um pega-ratão e se deu bem por ter feito o gol cedo. Com o Clemer dando uma mãozinha, ficou ainda mais fácil…

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Parafraseando o Mano no início do ano, o Grêmio ganhou porque jogou futebol enquanto o Inter passou a tarde tentando jogar bola. Estratégia não passou nem perto do vestiário do Gallo. Era um bando de gente tentando chegar lá na frente do jeito que fosse. Ceará e Marcão atacavam ao mesmo tempo. Lá atrás nada. Aí era só o Grêmio pegar a bola e chegar no outro lado com velocidade. Nem foi difícil.

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Não vou entrar no mérito se o Gallo está certo ou não ao dizer que os vários jogadores estavam em um dia tecnicamente ruim, mas ao falar isso em uma entrevista, ele assinou a demissão. Não tem coisa que jogador de futebol mais odeia do que ver um técnico colocar a derrota no deles. Mas a direção do Inter vai apostar no Gallo. Até que todos os técnicos que prestam não estejam no mercado. Aí eles contraram outro Gallo.

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Sobre o Gallo. Acho que falei com ele uma vez só, na época que cobria Inter pra ZH e tinha um jogo contra o São Gabriel acho, em São Gabriel. Subi as arquibancadas e vi ele – que na época era auxiliar do técnico do Grêmio – ali. Fui perguntar sobre o que ele estava achando do jogo e tal. E ele só respondeu que não era o Gallo. Sem mais perguntas, meretíssimo.

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Jogar foguete em hotel não ganha jogo, como o Boca mostrou pro Grêmio. E tocar musiquinha no alto-falante para tirar sarrinho do adversário também não. Como o Grêmio mostrou para o Inter. Aliás, comparar o Vitório Píffero com o Flávio Obino é sacanagem. Com o Obino, claro. Ele como dirigente ao menos sempre foi um cara educado.

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Bacana a musiquinha do post abaixo, né?

Quer assobiar?

junho 24, 2007

Não sabe assobiar? Peter, Bjorn & John ensinam. O máximo que pode acontecer é tu ficar com a melodia na cabeça o resto do dia.

Peter, Bjorn & John – Young Folks

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Baixei um pacotaço com todos os episódios da Caverna do Dragão. Sensacional.

Não, não existe o tal episódio final que eles descobrem que estão mortos. É mais uma lenda da internet. Tipo aquela em que o Nostradamus acreditava…

T-shirts

junho 22, 2007

Quer se deprimir um pouco em um site lá de fora com trocentas camisetas, uma mais tri que a outra? Então dá uma olhada aqui no Cafe Press. Pra não ficar mostrando várias das que eu curti, fico só com essa aqui do Heroes.

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Can you feel it? Rocking the city

junho 22, 2007

Can you feel it? Rocking the city
Ah yeah, straight out of nowhereness
Like a fist, can’t resist you, oh no
I tell you something

You know I love ya, just wanna touch ya
Stand up, knock me right off my feet
Hard to beat
Hard to beat
Hard to beat

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Então não precisava marcação especial no Riquelme?

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Assim, deixando esse lance de frase de efeito e apoio do “Eu acredito”, vamos combinar que no fundo ninguém acreditava. Tinha uma ponta de esperança, o que é diferente de acreditar. O pessoal acreditava até o Patrício trombar com o Teco e fazer o gol contra na Bombonera. Ali deu pra bola do Grêmio. A Conmebol, por exemplo, não acreditava. Duvida? Dá uma olhada no primeiro parágrafo do material entregue para a imprensa na quarta-feira, antes do jogo:

“Boca Juniors está a un paso de lograr su sexto título en la Copa Toyota Libertadores, tras su cómoda victoria de Buenos Aires la semana anterior, con un resultado que no resulta extraño a la luz de su desempeño como visitante este año: con el mismo marcador de 3-0 superó a Toluca en Segunda Fase, a Vélez Sarsfield en Octavos de Final y a Cúcuta Deportivo en Semifinales”.

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O exemplo é da torcida do Grêmio, mas vale o mesmo para a do Inter. Os 2 a 0 de quarta-feira deixaram claro uma coisa: futebol se ganha no campo, por mais que isso decepcione algumas torcidas que acham que têm papel decisivo nos jogos. Se superestima a torcida que acha que o time ganhou por ela. Não ganha. Que a final sirva para mostrar que não adianta fazer berreiro em aeroporto ou foguetório em hotel de madrugada. Grêmio e Inter não precisam de foguetes para ganhar. Vão ganhar se jogar. Só.

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Como quem falou foi o próprio Paulo Odone, me sinto mais à vontade em criticar: o Olímpico não tem estrutura para sediar uma final de Libertadores. “Sinto vergonha”, foi a frase do Odone. Tem razão ele. Não ter lugar para toda a imprensa, mesmo cadastrada, é o ó. Pedir para os torcedores chegarem cedo, eles chegarem às 18h e encontrarem um caos, é o ó. Não ter condições de trabalho nas cabines é o ó. Não ter acesso à única área que tinha condição de trabalho é o ó. Na cabine onde a gente fica lá pelas tantas chegaram uns jornalistas argentinos. Deu um tempo e eles foram retirados de lá pelo pessoal do Grêmio de forma constrangedora, aos gritos. Só faltaram bater nos caras. E faltou bem pouco.

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Devo ter batido o meu recorde de chegar cedo para uma cobertura de jogo. Olhei para o celular na hora que saímos do jornal. Eram 17h21min. O jogo, lembrando, era 21h45min.

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Quando acabou o jogo, a torcida do Grêmio bateu palmas para o time e os jogadores bateram palmas para a torcida. Os torcedores mereceriam bem mais palmas que os jogadores. Bem mais. O que rolou em Porto Alegre nesses últimos dias merece um tratado, um estudo. O sentimento de confiança mesmo com um 3 a 0 contra, e pró Boca, beira o surrealismo. Esse otimismo do torcedor era de longe maior que o dos atletas. Tinha gente dando entrevista na terça-feira que era o retrato do desânimo.

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Todo mundo bate no Paulo Pelaipe pela caricatural frase “O Boca é um Caxias com grife”. Queriam que ele dissesse o que? Que o jogo estava perdido? Que era pra ficarem em casa que a vaca tinha ido pro brejo? Ele fez o que tinha que fazer e fez tão bem feito que o Olímpico estava atrolhado com um monte de gente achando que o impossível era possível. Botou a cara pra tomar tapa e até tomou, mas teve o mérito de não se omitir na hora mais complicada.

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Post tá sendo redigido num bloquinho dessa vez. Tô aqui no salão de espera do Conselho Deliberativo do Grêmio enquanto não acaba uma reunião que virou a pauta da noite. E que acho que nenhum dos reunidos vai querer falar. Como acabou a bateria do meu celular e nem um joguinho me resta, vim pro bloco. No que acabar ali, acaba aqui.

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Matei minha curiosidade sobre uma bobagem na final. Sempre quis saber se a escolha do craque da final era das duas finais ou só do último jogo. Parece uma dúvida imbecil, mas sempre ouvi dizer que valia só pro último jogo. Aí fiquei pensando: “E se o Grêmio ganhar de 2 a 0 com um partidaço com direito a dois gols do… sei lá… Patrício. Posso votar nele?”. Resposta: não. Recebi uma das cédulas para votar. Em cima dizia assim: “Qual foi o melhor jogador da equipe campeã na final?”. Se bem que quando o Riquelme fez aquele golaço qualquer dúvida foi pro saco mesmo.

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Aliás, viu no replay que ele nem olha pra goleira na hora do gol? Craque é foda, né? E também tem uma bela noção de marketing. Ou vai dizer que ele não se deu conta de que essa comemoração estaria em todas as capas na Argentina?

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Alguém me explica por que vaiaram o Lucas?

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Ó, acabou a reunião. Quer dizer, pra mim. A secretária veio me dizer que não vai ser definido nada hoje e que ela tem que me pedir para descer. Resumindo, ela gentilmente está me mandando embora e terminando o post.

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Vou ali escutar Hard to Beat e volto depois.

Repeat

junho 20, 2007

Terapia. Como não consigo parar de escutar a música, talvez botando aqui eu pare. Ou não, porque é boa demais. E com título apropriado para o dia.

Hard to Beat, Hard- Fi

Prazer, Carlos

junho 20, 2007

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Curtinho porque o cansaço se hoje tá complicado, amanhã vai ser ainda pior.

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A Conmebol se nega a abrir o valor das premiações para campeão e vice da Libertadores. Na verdade, não é exagero dizer que é por vergonha. Tem dirigente que não se nega e fala abertamente. O campeão leva US$ 500 mil e o vice US$ 250 mil. Por que vergonha? Porque o campeão da Champions League leva 25 milhões de euros e o vice 12,5 milhões. Só o que o Barcelona estava oferecendo para os times ganhar do Real Madrid na reta final do espanhol era mais: 600 mil euros. Ou seja, o bicho-extra europeu é maior que o título sul-americano.

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Se o Grêmio ganhar a Libertadores, os titulares ganham folga até segunda-feira. Ou seja, time reserva no Gre-Nal. O Pelaipe diz que nesse caso joga até com o time C. Reza a lenda que vale o mesmo se o Boca levar. Alguém acredita?

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Ah, voltando à coletiva da Conmebol hoje de manhã. No almoço serviram salmão com caviar. Só faltou o garçom apresentar: “Salmão e caviar, Carlos. Carlos, salmão e caviar”. Só assim mesmo…

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A tensão da final já anda fazendo suas baixas. Mais adiante volto a falar sobre isso…

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E aí, 26 no Rio, 28 em São Paulo ou 31 de outubro em Curitiba?

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Falei que era curtinho. F-O-I. Fui!