Archive for julho \27\UTC 2007

Rio! Rio! Hey! Hey!

julho 27, 2007

Mais Rakes? Ok, como tava pertinho do palco, deu pra fazer uns videozinhos… saca aí o final do show, com o cara pirando legal e mergulhando na galera…

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We danced together

julho 27, 2007

The Rakes – Circo Voador – Rio de Janeiro – 26/07/07

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Todas as boas, duvida?

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Perfeito

…13…

julho 26, 2007

Sim, eu sei. Vamos ver… Enquanto isso, à contagem…

 Arctic Monkeys, A Certain Romance

Sono

julho 19, 2007

Vou confessar. O grande problema de atrasar as atualizações aqui é que a gente tem feito tanta matéria diferente que eu não lembro o que fiz na véspera direito… Prometo tentar… Ou melhor, consultar a internet.

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Domingo, né?

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Como as medalhas da véspera já iam ocupar um espaço considerável no jornal de segunda, o domingo se avizinhou mais light. Deu pra dormir até mais tarde, por exemplo. Tava precisando mesmo. Aí acordamos e fomos pro Engenhão ver a estréia do futebol masculino: Brasil x Honduras. Dessa vez funcionou tudo direitinho. Bem, quase, porque o Bob’s nem pensar. Mas eu tinha levado bolachinhas então tava na boa. O jogo foi meio mais ou menos. O time do Brasil era muito melhor, então não tinha muita graça. Fora que os guris parecem mais preocupados em fazer gol bonito do que em ganhar. Se bem que pensando bem, deixa assim…

Aí… Aí acabou o jogo e desci pra zona mista, que no futebol é enorme, então funciona de forma civilizada. Na ginástica, por exemplo, lembra aquela tragédia no estádio de Sheffield, nos anos 80. Mas deixa que eu falo da ginástica depois. Tô descendo o elevador e entra um cara com pinta de perdido. Ensaia um espanhol, respondo em portunhol, ele não entende direito então arrisco um inglês. Bingo. Aí ele entende. Ingo, repórter da Alemanha que está no Rio para fazer uma matéria sobre as condições da cidade em sediar uma Olimpíada. Fico curioso claro. “E aí, você acha que tem condições pelo que viu até agora?”. Já estava pronto para ouvir que não quando ele responde não apenas que sim, como se diz impressionado pela cidade e pela organização. Aposto que esse gringo deu uma volta na beira da praia…

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Quer conhecer um pouco mais do Engenhão? Não? Azar, vou mostrar igual…

Tribuna de imprensa, com televisão e tudo mais para ver os replays…

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Elevadores para a imprensa…

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A sala de imprensa, com temperatura ambiente. Ambiente na Sibéria…

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Do Engenhão para o Riocentro, para ir para a Arena Multiuso. Mas antes, tempo para almoçar. É, eram 18h30min, mas foi quando deu tempo. Tava indo pro restaurante quando vejo que tem uma tv ligada e um monte de gente vendo a final da Copa América. E o Brasil, que ia tomar uma goleada estava… aplicando uma goleada. E tinha uns argentinos vendo o jogo ali. Vai dizer, não tem preço, né?

Falando em jogo, Copa América, Brasil… lembrei do Olé.

A capa deles no domingo era assim, de peito estufado.

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Mas a de segunda…

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Ginástica. Final individual no masculino. Ao menos não se via tanto o Oscar. E melhor, se via a Cláudia Raia ali do lado, na arquibancada. A competição prometia ter alguma emoção para os brasileiros, mas como os guris meio que erraram nos primeiros aparelhos, a coisa degringolou logo de cara… E outra, acabou muito tarde, então tava batendo o sono… Fora que era um parto conseguir táxi para voltar… Mas voltamos e eu capotei na cama.

… 15… e … 14…

julho 19, 2007

Mosqueei, né? Esqueci de seguir a contagem regressiva na semana passada…

Para me compensar, vamos de jornada dupla deles, Arctic Monkeys.

Primeiro com A View From the Afternoon

E depois com Leave Before the Lights Come On, que tem o carinha aquele do filme aquele das guriazinhas que agora eu esqueci, vou postar e só então vou me lembrar…

Sgt. Pepper

julho 19, 2007

Confesso, tem batido a preguiça de atualizar.

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Parei na sexta, né? Sábado então…

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Sabe como funciona a cobertura de uma prova de maratona aquática? É mais ou menos assim: tu vê o pessoal largar e quase duas horas depois tu vê o pessoal chegar. Se nesse meio tempo tu quiser ver um filme, jogar uma bola ou comprar abóbora-menina na feira, dá na mesma. No sábado foi assim. Era a primeira competição do Pan depois da cerimônia de abertura. Não a primeira do Pan porque essas foram antes mesmo de abrir. Maluco assim. Mas então… Um calor de rachar e eu obviamente esqueci de levar o boné. Um Sundown da vida, então nem pensar. Como tinha que mandar a matéria assim que a prova terminasse, me sentei no calçadão e fui adiantando o material. Isso e ouvindo o locutor da prova dizer que os brasileiros estavam em primeiro… depois em segundo… em terceiro, segundo, primeiro… e assim vai. Com certeza, quem viu pela TV viu mais que eu. Depois da prova, as pessoas que viram de casa, me diziam “Que tri, a chegada foi por diferença de um braço só né?”. E eu quase respondia: “É, ouvi dizer”. Porque ver, eu não vi nada da distância onde a gente fica.

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O que é a tecnologia. Indo do Riocentro para a Arena Multiuso, fui acessando a internet pelo laptop no táxi mesmo. Ok, os japas devem fazer isso há anos… Mas pra mim, foi a primeira vez. Curti a minha primeira vez.

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Voltando um pouquinho… Terminou, manda matéria, liga pra confirmar se chegou, chegou, nos tocamos pra Arena Multiuso porque tinha final por equipe da ginástica masculina. Vou dizer que aquele ginásio é o que eu mais curti no Pan até agora. O lugar para trabalhar é ótimo, a visão é ótima e de quebra as competições foram legais. Aí deu prata por equipe, coisa e tal…

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Nova corrida, agora para a esgrima, porque o João Souza estava nas semifinais e portanto já tinha garantido bronze. Acabou sendo só bronze mesmo, na hora foi meio assim, mas uns cinco minutos depois, caiu a ficha em todo mundo que era um baita resultado, já que há 32 anos, a esgrima não fazia medalha em Pan. Eu confesso que fiquei bem feliz porque conheço o João e sei que é um guri gente boa pra caramba, assim como o Alexandre Teixeira, técnico dele. O cara conseguir uma medalha em um esporte que é um mistério pra 90% da população é algo a ser reconhecido. Tomara que finalmente role um patrocínio para ele, até porque as chances do cara ir pra Olimpíada são bem grandinhas.

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Da esgrima de volta pra ginástica. Agora pra ver a competição por equipes feminina. A essas alturas do campeonato, todo mundo sabe o que aconteceu. As gurias ficaram com prata, todo mundo se apaixonou pela Jade Barbosa (me too) e uma parcela significativa das pessoas quis vaiar os Estados Unidos mas achou a Shawn Johnson tão fofinha que ficou com pena. Menos o Oscar, claro. Sim, porque o Oscar – aquele do basquete – berrou o tempo todo. E berrou demais, no mau sentido. Aliás, que sentido faz gritar “Vamo lá! Força! Vamo lá Concentra! Concentra!” para uma menina de 16 anos? A intenção pode ser boa, mas na prática mais ajuda que atrapalha. Aí a nossa musa caiu no último aparelho, tadinha… Mas rolou uma prata ainda, o que foi bom.

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Esquece a Daiane dos Santos e a Daniele Hypólito nesse caso. Mas todas as outras são umas crianças. Crianças. A coletiva depois da prata deixou isso clara. As gurias ficavam fazendo piadinhas entre elas e dando uns risinhos daqueles de 10, 11 anos. Tudo por causa dos tradutores, que é bem verdade, estavam mais para engraçados que para competentes. Parecia aquela cena do Lost in Translation. As gurias iam lá, falavam uns cinco minutos e lá vinha a tradução nuns 20 segundos.

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Vamos deixar claro que eu só criticaria o Oscar aqui. Passei do lado dele no corredor e fazendo um cálculo rápido, dois eu não alcançam um ele.

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Lembra que eu falei do sol na maratona aquática, lá na praia de Copacabana? Taí a cara com tom pimentão na disputa da esgrima.

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Na correria ainda deu tempo de dar uma volta na saída e conhecer o bar da frente da pizzaria Copacabana, que a Mari disse que é super conhecida. Eu nunca tinha ouvido falar, mas se ela disse, então é. Lá pelas tantas até entraram num bar uma turma de atores daqueles menos conhecidos, que só fazem papel de coadjuvantes. Os famosos quem…

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Aí finalmente eu dormi.

Eu não vaiei

julho 17, 2007

Me perdi de novo, né? É que começou o Pan na sexta e o tempo às vezes não dá tempo de nada. Mas vamos lá, voltemos por dias. A começar por sexta.

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Handebol feminino de manhã. Primeiro jogo com público mesmo, já que na véspera não teve quase ninguém no Engenhão pra ver a estréia das gurias no futebol. Brasil jogando muito bem, uruguaias não jogando nada, o jogo acabou perdendo a graça com uns 10 minutos…

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Era hora da grande festa. E além da credencial, precisava de um ingresso. Mas ele já tava garantido…

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A gente procurou chegar bem cedo para resolver qualquer eventual problema. Mas acabou que não teve problema. Quer dizer, os guris da rádio penaram para conseguir uma linha, e isso que já estava tudo pago antes. Mas depois de muito tempo, ficou tudo resolvido. Como a cabine deles tinha um lugar sobrando, acabei ficando por lá, ate porque a localização era sensacional. Deu pra ver tudo vazio antes de começar e o público chegando aos poucos. Mais ou menos assim…

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Ou assim…

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Uma festa no Rio de Janeiro e os caras botam uns DJs e tocar rapper de paulista? Pô…

Mas ok. Quando a coisa começou mesmo, deu para perceber como seria grandiosa a cerimônia de abertura. E linda. Fora os fogos, não teve nenhuma grande pirotecnia, o que só aumenta os méritos de quem planejou tudo aquilo ali. Eu fiquei de queixo caído com a iluminação da cerimônia toda. Impressionante como eles faziam o estádio inteiro passar do azul pro amarelo, do amarelo pro vermelho, tudo isso em questão de segundos. Achei fantástico mesmo.

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Ah, eu não vaiei o Lula. Nem a Argentina. Nem os Estados Unidos. Nem a Venezuela. Minha recompensa foi ver na saída a quase Miss Mundo. Um pouco antes passei pelo Galvão. Até pensei em pedir pra tirar foto pra só de galinhagem colocar no orkut. Mas pipoquei e fiquei só vendo o pós-festa mesmo.

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E demorou paca pra voltar. A festa acabou o que? Umas 20h30? Buenas, a gente chegou no hotel 1h30.

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Mesmo chegando tarde, a gente tava meio na pilha de sair, ainda que acabadaços. Ainda mais que no caminho a gente viu uma galera na beira da praia a umas duas quadras do hotel. Então chegamos, comemos alguma coisa e fomos ali. Foi o tempo de perceber que o mais velho devia ter uns 14 anos e que todos escutavam uma apresentação de um genérico de Felipe Dylon.

A melhor alternativa era mesmo o sono.

A Vaca e o Rakes

julho 13, 2007

É, tá começando…

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Começou hoje de tarde na verdade, ainda que antes da abertura. Como era sabido que teríamos que ir pro jogo do futebol feminino, a manhã restava para uma dessas últimas matérias de treino. Nossa idéia era o handebol ou o badminton. Pois bem, o handebol já tinha acabado e o badminton tinha sido cancelado. Então restou ficar dando voltas no Riocentro vendo os outros esportes e almoçar antes de ir direto pro Engenhão. Nessas ficamos um pouco vendo o treino do Canadá, Bermudas e EUA do badminton. E não adianta, por mais pompa que se queira dar ou termos diferentes usar, vamos combinar… os caras jogam peteca e pronto! Por que não oficializam futebol de botão de uma vez? Ao menos eu iria num Pan para jogar e não cobrir…

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Outro treino desses estranhos foi o taekwondo. Menos pelo treino em si e mais por uns gritinhos que uma das atletas dos EUA ficava dando. Não era aquela coisa sexy das tenistas. Era uma voz esganifada e irritante só. Chata de dar dó…

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Mas então tá, almoçamos cedo e conseqüentemente tínhamos mais tempo para ir ao Engenhão. Então resolvemos aproveitar e testar o transporte para a imprensa. E não é que funcionou beleza? Em meia hora estávamos lá. Quase deu para dar uma cochilada no meio do caminho. Na volta, idem. E o melhor foi que descobrimos que as linhas para todos os pontos do Pan (incluindo alguns hotéis) a partir de agora funcionam 24h. Ou seja, se quisermos ir pra Copacabana a 0h, é só pegar um táxi até o Riocentro, que dá uns R$ 20 e ir de bus, de graça. Direto de táxi daria pelo menos uns 40, 50 pilas… O problema é que tem que ir de credencial, o que acho ser meio arriscado… Enfim, ainda analisando.

Ó nós testando o bus do Riocentro para o Engenhão.

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 Falando em analisar. Já analisei e decidi que vou ver o Rakes dia 26, no Circo Voador.

Eles, com Retreat.

Vai dizer que não vale?

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O Engenhão. Eu não conheço grande parte dos estádios do Brasil, mas eu não hesito um segundo em dizer que esse é o mais moderno do país disparado. Mas assim, disparado. A estrutura toda é de cair o queixo. Saídas amplas, montes de portões, corredores largos, elevadores, estrutura pra trabalhar e uma visão de tirar o fôlego de tão perfeita para o campo. Agora os dirigentes já podem parar de buscar exemplos no exterior. O Engenhão é modelo. Saca aí…

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Carlos Corrêa ainda impressionado com o Engenhão.

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Tudo certo no Engenhão? Que nada, a estrutura toda é boa, mas bem que podia funcionar. Porque ontem não funcionou quase nada. Tinha uma galera de torcedores na frente de um dos portões que não abriram e nem veio ninguém dar explicação. Os elevadores não saíam do lugar no intervalo. Não tinha água no banheiro. As escalações foram divulgadas com uns 10 minutos de jogo. E pra completar só tinha um Bob’s aberto. Obviamente com uma mega fila.

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A dúvida que resta sobre o Engenhão: por que diabos uma estátua de uma vaca de óculos escuro?

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O jogo? Sinceramente? Chato, né? Se tu viu, sabe que foi meio porre. Talvez quando o Brasil pegar uma seleção boa pela frente tenha alguma emoção. Porque ontem foi de dar sono. Pra completar a Pretinha pra dar entrevista é de uma simpatia só… Damn it, esqueci que aqui não rola ironia direito… Meio mala ela.

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Caminhada na beira da praia a 0h pra dar uma descansada. Que beleza…

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Vai começar…

Força, beisebol!

julho 12, 2007

Previously, on Buenas…

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Dessa vez com a colaboração do Diego Vara. Ready?

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Meio parado hoje, em relação a ontem.

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Manhã na ginástica de novo. Daiane vai ou não vai? Vai. Engraçado como todas as atenções estavam voltadas para ela, que parecia ter bem a noção disso. Mais uma vez, atendeu na boa. Já tô achando que não é mais exceção…

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Vocês não acham que ela tá bem?

Ah, a foto é do Diego.

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Como choram essas gurias da ginástica na real. Enquanto Daianes e Danieles treinavam mais para trás, Laís Souza e Jade Barbosa pareciam segurar o choro por um fio de cabelo. A impressão que eu tinha era de que se chegasse e dissesse “Não chora”, elas desabariam em lágrimas. E isso não era depois dos treinos. Era durante eles.

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A Daniele Hypólito tava passando pelos jornalistas quando uma repórter disse “Vai ser a próxima assessora então?”. E não é que a guria gostou da idéia? “Calma, mais para o futuro. Mas quero ser mesmo. Quando acabar Educação Física, vou fazer marketing”. Então tá. O irmão dela, Diego, já está fazendo, ao menos informalmente. Os dois mandaram fazer 10 mil cards e estão autografando grande parte deles para dar para os torcedores. Na segunda-feira ele me deu um. Se eu não perdi, tiro a foto e mostro aqui depois, certo?

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E o sol se fué. Chove no Rio de Janeiro. Ventou tão forte hoje de manhã que derrubou um muro no Complexo Cidade do Rock, onde vão ser os jogos de Beisebol e Softball, além de ter rasgado a lona de cobertura das arquibancadas lá. Ainda assim, tava bonito o tempo…

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Falando nisso, muito frio aí em Porto Alegre? Putz…

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Voltando um pouco ao lance na Cidade do Rock. O beisebol no Brasil tem o mesmo prestígio que uma árvore. E ainda tem azar. Justamente no dia que a imprensa estava lá para cobrir um amistoso da seleção com a Venezuela, dá essa merda toda e todos os veículos são impedidos de entrar. A cara de desolação do chefe da delegação, Ricardo Iguchi, era de dar dó. O cara pedia desculpas a cada cinco minutos. Sendo que nada ali era culpa dele. Acho até que vou torcer pro Brasil ganhar medalha no beisebol. Mas sigo achando que taco é mais legal. Até porque tem licença pra um, dispensa pra um…

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Pronto, me alcancei.

Rio 40 graus

julho 12, 2007

Previously… here

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Tô quase me alcançando, finalmente. Hoje eu chego lá com os mais dois post, de terça e quarta-feira. Segunda antes, tá?

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Terça foi o dia que começou mais tarde, mas que em compensação foi o mais corrido até agora. Claro que deve perder o posto logo, logo. Além disso, foi o mais quente. Ok, teve sábado, mas sábado não tinha pauta nenhuma, então tava na boa…

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O calorão começou direto na primeira pauta: cerimônia de boas vindas à delegação brasileira na Vila Olímpica. Eu tava de manga curta e já tava com calor. Olhando os atletas de casaco do uniforme, dava até um pouco de pena. Evento rapidinho e burocrático, que só teve um pouco mais de jogo de cintura quando o pessoal do Afrolata, que é do Afroreggae, se apresentou. Os atletas – e eu – gostaram. A Daiane dos Santos deu até uma sacolejada antes de ser cercada de repórteres. Aliás, me chama a atenção a quantidade de repórteres que depois das entrevistas pede para tirar foto com os atletas. E não pena que é só os pé-de-chinelo porque os globais fazem a mesma coisa.

A vila no dia do calor…

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O lugar onde eles guardam as credenciais, separado por países. Bacana as bandeirinhas, né?

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Afrolata, a versão brazuca para o Stomp…

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E os atletas recebendo a homenagem. Sim, os atletas lá no fundo, não viu?

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Buenas. De lá pro hotel pra almoçar lá por 15h e daqui pro Parque Aquático para entrevistar o pessoal das Maratonas Aquáticas. Nada de lugar específico para a imprensa. Lá foi a coisa mais liberada até agora. Se eu desse mais uns dois passos, tava dentro da piscina. Ia preso, mas tava dentro. Como eu tô escrevendo aqui, é sinal que não entrei na piscina. Em compensação deu pra entrevistar o pessoal tri na boa. O que me lembrou uma relação que volta e meia faço. Vamos pegar a Poliana Okimoto de exemplo. A guria é vice-campeã mundial, favorita pra levar medalha, da turma das fodonas. E fala muito na boa, sem afetação, atenciosa, quanto tempo tu precisar. Aí lembro que o Schiavi não dá entrevista no Olímpico e que tem dias que o Patrício ou o Ramón pedem para não falar…

Ah, esse é o Parque Náutico Maria Lenk visto de fora, à espera do táxi, de noite. Achei o prédio mais bacana até agora do que vi.

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Antes de falar com a Poliana, fui entrevistar o Marcelo Romanelli, também da maratonas aquáticas. Perguntei se ele podia falar e ele disse que claro, mas pediu pra gente ir falando até o lugar onde ele ia fazer massagem. Ok, fui entrevistando e seguindo ele sem me dar conta de onde era o lugar. Terminado o papo, volto. E aí percebo que aquela altura do campeonato eu estava em área restrita aos atletas. Bela segurança, hein…

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Do Parque Aquático para Copacabana. Uns bons 40 minutos de táxi e a certeza de que o Rio de Janeiro é lindo. O Cristo Redentor de noite é algo. Parece que tá lá flutuando. Mas enfim, aterrizo e estou na Arena de Copacabana, para a inauguração do vôlei de praia. E tome voluntárias atenciosas, explicando no minimo detalhes tudo que tu pode e não pode fazer e te levando para cima e para baixo. Sério, algumas dessas gurias são muito queridas. Buenas. Começa a função toda, animador de torcida, gente gritando, aquela coisa de sempre de vôlei de praia. Matéria feita, voltamos para o hotel na canseira. Mas ainda em tempo de ver o Brasil ganhar do Uruguai nos pênaltis.

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E eu nem achei que o Doni se adiantou tanto assim. Ele só quase defendeu antes mesmo do cara chutar…

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Por fim, tava devendo a foto do material dado pelo CO-Rio né. Buenas, tá aí…

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