Aloa?

Aloa?

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Oi. Ainda tá aí? Demorei eu sei, mas a culpa não foi (toda) minha.

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Velho esquema de viagem, acumula as coisas que eu quero colocar aqui no blog e eu acabo esquecendo. Então vou retroceder um pouco no tempo até me alcançar. Sim, merrrrmão?

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Até 2001 (bebê não conta), eu não tinha viajado de avião. E tinha medo. Até que uns vôos depois isso passou. E na volta de Buenos Aires para Porto Alegre, via São Paulo, pegamos uma turbulência e resolvi rever meu medo. Aí, na vinda para cá, ao menos no primeiro trecho eu cheguei à conclusão que não, não gosto mesmo de viajar de avião. Não nasci pra essa tremedeira.

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Tá frio aí em Porto Alegre? Saí daí com 13 graus no sábado e já tava no lucro. Bastou o avião pousar no Galeão que foi um tal de tira casaco e tira camisa. O primeiro relógio que vi daqueles de rua marcava 32. Isso mesmo. No domingo, eu já tava só de bermuda e sem camisa. Que beleza. E melhor ainda que parece que vai fazer dois graus aí essa semana. E eu tô longe disso.

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Eu sempre achei que quando conhecesse, eu iria gostar do Rio de Janeiro. Mas não achei que fosse gostar tanto. A verdade é que é simplesmente impossível não adorar essa terra aqui. Ao contrário de São Paulo, que parece que te intimida, o Rio parece estar sempre de braços abertos. E o sotaque….

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O hotel que a gente tá é na beira da praia e essa é a vista que a gente tem da sala.

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Se eu olho para baixo…

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E quando fica de noite…

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Ruim, né?

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Dentro do hotel tem uma lojinha de conveniência, a lojinha do Seu Jair. Que se tornou já a maior figuraça até agora. Ele é uma espécie de Forrest Gump do Rio de Janeiro. Pelo menos segundo ele. Zeca Pagodinho? Claro que ele conhece. Romário? Conhece desde pequeno. Carlinhos de Jesus? “Isso foi meu aluno”. Sabe aquele jogo que o Zico faz com uns amigos no final do ano? “Aquilo lá quem começou foi a gente…”

Grande Seu Jair…

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Na foto: eu, a lenda e o retratista, Diego Vara

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Dentro das dicas do Seu Jair, a gente saiu pra jantar no sábado. Ele tinha indicado o Siri da Barra. Só fui saber depois que ele tinha indicado o risoto de camarão. Eu não só odeio camarão como tenho alergia a camarão. Então os guris comeram camarão e eu comi um… bife com fritas. Mas se eu tivesse comido com eles, tinha sobrado ainda. Porque a porção deve servir para alimentar a delegação de Honduras ou Panamá… Mas enfim, voltando… Todo mundo de barriga cheia, resolvemos voltar a pé. Ninguém imaginava que era tão longe, então era rua e mais rua. Até que numa delas, apareceram umas moças, dessas que trabalham na rua de noite, manja? O curioso foi a oferta dos serviços, em ritmo funk. Como sou um guri educado, não vou escrever exatamente o que ela disse, mas foi algo como “Que cê quer? Pênis na vagina, vagina no pênis. Pênis na vagina, vagina no pênis”. Digamos que as rimas seriam com… deixa eu ver… mau e lambreta. Bela rima.

Preciso dizer que virou hino?

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Ah, também por voltar a pé a gente descobriu que táxi não pára na Barra de jeito nenhum. Mas a gente ia descobrir depois que táxi aqui é uma loooonga história. Tu vai chamar um pelo telefone e só faltam te perguntar o CPF. E outra, quando eles dizem “cinco minutos”, pode sentar…

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Tem tanta gente que me enche o saco por levar o game pras viagens que acho que a secação deu resultado. A TV do quarto é daquelas que dependem do controle remoto pra tudo, inclusive para botar no auxiliar. Adivinha se já acharam o controle remoto…

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Pan? Buenas, o Pan começou pra gente no domingo… No post seguinte…

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