Rio 40 graus

Previously… here

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Tô quase me alcançando, finalmente. Hoje eu chego lá com os mais dois post, de terça e quarta-feira. Segunda antes, tá?

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Terça foi o dia que começou mais tarde, mas que em compensação foi o mais corrido até agora. Claro que deve perder o posto logo, logo. Além disso, foi o mais quente. Ok, teve sábado, mas sábado não tinha pauta nenhuma, então tava na boa…

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O calorão começou direto na primeira pauta: cerimônia de boas vindas à delegação brasileira na Vila Olímpica. Eu tava de manga curta e já tava com calor. Olhando os atletas de casaco do uniforme, dava até um pouco de pena. Evento rapidinho e burocrático, que só teve um pouco mais de jogo de cintura quando o pessoal do Afrolata, que é do Afroreggae, se apresentou. Os atletas – e eu – gostaram. A Daiane dos Santos deu até uma sacolejada antes de ser cercada de repórteres. Aliás, me chama a atenção a quantidade de repórteres que depois das entrevistas pede para tirar foto com os atletas. E não pena que é só os pé-de-chinelo porque os globais fazem a mesma coisa.

A vila no dia do calor…

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O lugar onde eles guardam as credenciais, separado por países. Bacana as bandeirinhas, né?

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Afrolata, a versão brazuca para o Stomp…

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E os atletas recebendo a homenagem. Sim, os atletas lá no fundo, não viu?

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Buenas. De lá pro hotel pra almoçar lá por 15h e daqui pro Parque Aquático para entrevistar o pessoal das Maratonas Aquáticas. Nada de lugar específico para a imprensa. Lá foi a coisa mais liberada até agora. Se eu desse mais uns dois passos, tava dentro da piscina. Ia preso, mas tava dentro. Como eu tô escrevendo aqui, é sinal que não entrei na piscina. Em compensação deu pra entrevistar o pessoal tri na boa. O que me lembrou uma relação que volta e meia faço. Vamos pegar a Poliana Okimoto de exemplo. A guria é vice-campeã mundial, favorita pra levar medalha, da turma das fodonas. E fala muito na boa, sem afetação, atenciosa, quanto tempo tu precisar. Aí lembro que o Schiavi não dá entrevista no Olímpico e que tem dias que o Patrício ou o Ramón pedem para não falar…

Ah, esse é o Parque Náutico Maria Lenk visto de fora, à espera do táxi, de noite. Achei o prédio mais bacana até agora do que vi.

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Antes de falar com a Poliana, fui entrevistar o Marcelo Romanelli, também da maratonas aquáticas. Perguntei se ele podia falar e ele disse que claro, mas pediu pra gente ir falando até o lugar onde ele ia fazer massagem. Ok, fui entrevistando e seguindo ele sem me dar conta de onde era o lugar. Terminado o papo, volto. E aí percebo que aquela altura do campeonato eu estava em área restrita aos atletas. Bela segurança, hein…

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Do Parque Aquático para Copacabana. Uns bons 40 minutos de táxi e a certeza de que o Rio de Janeiro é lindo. O Cristo Redentor de noite é algo. Parece que tá lá flutuando. Mas enfim, aterrizo e estou na Arena de Copacabana, para a inauguração do vôlei de praia. E tome voluntárias atenciosas, explicando no minimo detalhes tudo que tu pode e não pode fazer e te levando para cima e para baixo. Sério, algumas dessas gurias são muito queridas. Buenas. Começa a função toda, animador de torcida, gente gritando, aquela coisa de sempre de vôlei de praia. Matéria feita, voltamos para o hotel na canseira. Mas ainda em tempo de ver o Brasil ganhar do Uruguai nos pênaltis.

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E eu nem achei que o Doni se adiantou tanto assim. Ele só quase defendeu antes mesmo do cara chutar…

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Por fim, tava devendo a foto do material dado pelo CO-Rio né. Buenas, tá aí…

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