Blindado

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Soares, atacante do Grêmio, foi assaltado no último sábado. Ele chegava em casa com a mulher depois do jogo contra a Ulbra quando botaram uma arma na cabeça dele e levaram o carro. “Isso é coisa de gente que tem inveja das coisas que a gente tem”, filosofa. Já acharam o veículo, mas pelo que entendi levaram a bateria e não sei mais o quê. Ontem, enquanto esperava um táxi para ir para casa do Olímpico, o jogador deixou escapar algumas impressões que ficou do episódio. A primeira é de que Porto Alegre é uma cidade insegura. “A segurança aqui é zero”, disse. O problema para ele é que se anda nas ruas e não se vê um policial, o que não intimida os ladrões. “No Rio de Janeiro, nunca me aconteceu nada, andava tranqüilo. Tinha um policial em casa esquina”, afirma o atacante, que jogou lá pelo Fluminense. Pouco depois, perguntei ao assessor do Grêmio se o Odone estava por chegar e ele me disse que não, que ia para a Assembléia. E aí falou para o Soares: “O presidente é deputado também”. De bate-pronto, o jogador lembrou que era importante que os políticos fizessem algo para melhorar a segurança. “Esse pessoal só fala essas coisa em época de eleição”, resmungou.
Ah, não que seja a solução, mas Soares pensa seriamente em blindar o carro novo. Ao menos as portas, disse. “Aí se quiser atirar, atira”.

Mais tranqüilo no Rio de Janeiro do que em Porto Alegre?

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