Archive for agosto \29\UTC 2008

Prometo (acho)

agosto 29, 2008

Eu até queria atualizar algumas coisas da viagem por aqui, mas já vi que vai ficar complicadinho pelo tempo. Entao seguinte, prometo atualizar na volta, no final de setembro. Até lá, só as fotos que estou botando no Flickr (viu, Vanessa?).

O link é www.flickr.com/photos/carlitoviajando/

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A moça sincera da Vivo

agosto 24, 2008

O lado positivo de sempre ligar para uma central de atendimento esperando o pior é que qualquer coisa que não seja isso surge como legal. Troquei de celular na sexta-feira já que o meu antigo não pega lá fora. Aí ligo hoje para a Vivo para acionar o serviço de roaming. Mas mesmo assim porque a bateria estava indo para o saco e a guria na loja tinha dado a recomendação de sempre: carregar ele 8h, com o aparelho desligado. Isso vale para as três primeiras vezes que for recarregar.
Pois então, a guria me diz que o sistema pode ser acionado e vai me indicar as tarifas. Só que nisso dá mais um aviso de que a bateria estava indo e como ela ia passar dados longos de cada país, tive que cortar:
– Olha só, é que a minha bateria tá acabando e como troquei o aparelho ontem tem aquele esquema de recarregar desligado. E como viajo na segunda-feira…
– Te disseram que é pra recarregar desligado, é? Hehehe…
Estranhei a risadinha, mas ao mesmo tempo achei legal.
– Sim, e que é pra ficar pelo menos 8h carregando.
– Também disseram isso? Hihihihi…
Quase apaixonado pela voz e pelas risadas dela, tive que perguntar:
– Nada disso é verdade, então?
– Na verdade não é necessário, não. Eles me disseram a mesma coisa quando peguei o meu. Mas não necessário. Pode carregar ligado e o tempo da bateria encher. Não precisa esperar essas oito horas…
Quase me declarei pra ela, mas ao invés disso só consegui dizer:
– Nossa, finalmente uma atendente sincera!
Eu talvez até pedisse ela em casamento nos minutos seguintes, mas como ela me transferiu pra outra guria do roaming, fica pra próxima.

Inferno Astral

agosto 13, 2008

Eu fui batizado, fiz catequese e sei rezar o Pai Nosso e a Ave Maria. Não fiz a crisma e não lembro do Creio. Sigo acreditando que há algo maior que “controle” tudo, mas não me acho a mais religiosa das pessoas. Não pelo menos nesse sentido. A melhor definição de religião, aliás, é a da Winona Ryder no Caindo na Real: “Sou uma virgem não praticante”. Pois é, sou um virgem não praticante e sigo achando que a instituição Igreja é disparado a maior vilã de todos os tempos. Bem, mas beeeem na frente de concorrentes como os nazistas, os professores de física e o Maradona.
Mas enfim, toda essa enrolação para dizer que definitivamente, e religioso ou não, eu agora acredito em inferno astral. Sempre ouvi dizer que o período começa um mês antes do aniversário e vai até lá, mas só hoje descobri que como nasci em 5 de setembro, o meu começa dia 6, mas tá na margem de erro. Só que sei que direto no primeiro, PRIMEIRO, dia de inferno astral, na semana passada, fui fazer uma endoscopia. Beleza, eles te dão um sedativo que tu sequer lembra como voltou pra casa (no aviso diz, “não dirigir nem tomar decisões importantes após o exame”). Eu sei que voltei normalmente e até falei com a minha tia no telefone. Mas não lembro absolutamente nada. E, ainda que não tenha sido ruim nem nada, está longe de ser um bom programa fazer uma endoscopia. Pois bem, ainda meio grogue fui para o jornal de tarde editar o caderno da Olimpíada. Isso na terça-feira. Quarta-feira dá um incômodo no dente lá de trás. Nada demais, achei, mas como vou viajar depois dos Jogos e passar um mês fora, resolvi ver o que era. E tchanããããã: canal!!! Isso mesmo, dois dias depois de passar por uma endoscopia, lá estava Carlos Corrêa fazendo tratamento de canal, uma delícia. A última parte termina amanhã (ao menos espero). Espero só que o acúmulo de azar nesses primeiros dois dias de inferno astral tenha sido o suficiente para que não sobre má sorte até o aniversário.

P.s.: Descobri que além de inferno astral, existe também paraíso astral. E que o meu vai de 3 de fevereiro a 5 de março. E que fora ter passado o carnaval em Porto Alegre, não lembro de nada nesse período que justifique ter sido um “paraíso”.