É Ulbra

ugbra

# Tenho andado cada vez com mais preguiça de postar aqui. Penso até em uns posts legais, mas deixo pra depois e aí viu, né? Bom, em compensação o blog de cinema tá sendo atualizado com bem mais frequência do que antes. Até porque lá decidi escrever tudo por tópicos, como se fosse uma conversa bem informal mesmo, flui mais. Então vamos ver se aqui rende tanto quanto.

# Não fui pra Colômbia nem pra Bolívia cobrir os jogos do Grêmio na Libertadores. Se tudo der certo, rola como foi em 2007 e as viagens começam a partir do mata-mata. E como ninguém tem dúvida de que o Grêmio vai passar de fase, é só esperar. Tudo bem, como não tenho lá muita simpatia por vôos, espero beeeem tranquilo.

# Não rolou Tunja, nem Cochabamba, mas rolou Canoas. Uhu. Grêmio x Ulbra no final de semana. Na boa, imprensa escrita só se fode. Os clubes preocupam-se em dar condições de trabalho pra rádio e tv e só. Jornal e internet fica onde der pra ficar. No caso do Complexo Esportivo da Ulbra, o “onde der” eram umas cadeiras de madeira lá no fundão, como se fosse um degrau acima da arquibancada. Junto da torcida. Como era jogo com pouco público, beleza. O foda é que tava muito, mas muito calor. E como todas as cadeiras já estavam ocupadas por sei lá quem, resolvi falar com o Hector Werlang, do DG, e irmos pra arquibancada, não tinha muita gente mesmo. Ficamos bem embaixo da direção do Grêmio, ao menos dava pra apoiar as costas na arquibancada. Os torcedores do lado berrando era o de menos. Foda era mesmo o sol. Muito sol. Na lata. Não deu 20 minutos e a gente resolveu voltar para “as cadeiras”. Que estavam ocupadas. Vi uns 20 minutos de jogo de pé, do lado de um brigadiano. Valeu, pessoal da Ulbra. No finalzinho, me dei conta que os repórteres de rádio estavam do outro lado do gramado, na sombra. E que eu tinha a fitinha que dava acesso ao campo. No intervalo, falei com o André Silva que me disse que lá estava na boa, menos calor e até com uma brisa. Vamo pra lá entonces. Entro no campo e tô indo quando o carinha da FGF diz que não dá. Só rádio e TV. Tá, mas e a fitinha? Não, só rádio e TV. Fiquei na boa primeiro porque vi que não era culpa dele (ele realmente achava que a Ulbra tinha dado um lugar bom pra gente) e segundo porque não ia adiantar nada. Ao menos tinha uma cadeira de madeira sobrando na volta. Com um tiozão cabelo Waldick Soriano e cheio de correntes na frente, mas vambora. Ah, sim, o jogo foi brabo.

# Nada contra, mas sinceramente: quem torce pra Ulbra? Eu já sou daqueles que acha que mesmo no interior se torce pra Inter ou Grêmio. Agora imagina em Canoas. Ulbra?

# Os dirigentes da Ulbra perderam uma grande chance domingo. Ah, estão falando Canoas ao invés de Ulbra. Pô, façam como o Eurico Miranda com o lance do SBT. O jogo era em TV aberta pro Estado todo. Aproveita, caramba. Taca uma frase enorme no uniforme, algo como “É Ulbra, não Canoas!”. Não tem como cortar a imagem. Vacilaram, merrrmão.

# A direção do Inter rateeou nessa história da poltrona 36 no ônibus novo. Isso é, no máximo, papinho de torcedor, discussão de boteco. Oficializar isso é de última e passa a impressão que não importa o bom momento do time, interessa mesmo é ficar falando do rival.

# Sexta-feira se tudo der certo, compro meu ingresso pro Oasis. Pista, claro. Não tem como ouvir Supersonic e ficar só batendo palminha na cadeira.

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2 Respostas to “É Ulbra”

  1. Alliatti Says:

    É Canoas, velho.

  2. Alessandra Says:

    sol na moleira e calor no estadio? Cidreira, filho, Cidreira…

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